quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal !!
domingo, 6 de dezembro de 2009
Acampamento:Sempre Bom.
Local é totalmente gramado e a cada canto dentro ou fora das casas ali localizadas havia sempre um pedacinho da historia rural e agrícola da nossa região: Era um carro de boi e um canto, conjunto de rodas e eixo para carro de boi, panelas de ferro usadas por antigos tropeiros, antigos arados de madeira, ferros de passar à brasa (em Vários modelos), moinhos para moer café, moveis antigos, fogão à lenha, uma gruta com a nascente de água para se servir à vontade, animais, pássaros, um lago para criação de peixes e prática da pesca.
Havia espaço de sobra e hospitalidade como nunca se viu, pessoa humilde e generosa é assim o nosso anfitrião o senhor José Vidal que nos deixou um convite aberto para retornarmos e nós voltaremos sim, Sr José. Aguarde-nos.


Hora de Acampar: Na noite que precede o acampamento tem Lobinho que não dorme, tem lobinho que dorme pouco, que sonha e fala a noite toda e tem até Lobinho que acorda os pais de hora em hora. Ser Lobinho é assim.






quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Coisa de lobinho
Mowgli, O Menino Lobo
O lobismo é inspirado no livro da Jângal (resumido em “Mowgli, o Menino Lobo”) de Rudyard Kipling. A alcatéia é dirigida por um chefe de lobinhos auxiliado por um ou mais assistentes, sendo um deles designado como substituto eventual do chefe. O chefe de lobinhos é chamado Akelá (velho lobo) pelas crianças, e os assistentes são chamados Baloo (urso), Baguera (a pantera), Kaa (a cobra), Chill (o abutre), Raksha (a mãe loba), Hathi (o elefante) e etc, todos integrantes das estórias do livro de Kipling.
As estórias da jângal têm sido um grande recurso de inspiração e para cada lobinho, uma fonte de emoções, com um fundo de exemplo e de proveito humano.
Bastão-tótem? O que é isso?
O Bastão-Tótem é um bastão encimado por uma cabeça ou corpo inteiro de lobo, que constitui um símbolo representativo da história da Alcatéia.
As Matilhas não usam bandeirolas como os escoteiros. Em seu lugar entra justamente o Bastão-Tótem. Ele é utilizado principalmente nas cerimônias e no Grande Uivo. Sempre que um Lobinho ou Lobinha alcançar um distintivo, como por exemplo uma especialidade, será fixada uma marca no Bastão-Tótem. Do mesmo modo, outros fatos importantes da vida Alcatéia podem ser indicados no mesmo. 
O Lobinho
A criança se torna um Lobinho por ocasião da cerimônia própria, quando presta a Promessa do Lobinho. A partir de então adquire o direito de usar o traje escoteiro.
Formação no Ramo Lobinho
O Plano de Desenvolvimento dos Lobinhos obedece às regras constantes do Guia do Lobinho.
As alcatéias de lobinhos foram criadas como parte do Movimento Escoteiro para satisfazer o desejo ardente de grande número de crianças que aspiram ser escoteiros, mas ainda são muito jovens.
A formação dos lobinhos é diferente da formação dos escoteiros mas é uma preparação, um passo para atingir o ramo escoteiro.
Mudança para o Ramo Escoteiro
Com antecedência de um a seis meses antes da data provável para a mudança para o Ramo Escoteiro, é iniciada a Trilha Escoteira.
Antes de completar onze anos, o Lobinho deixa a Alcatéia e é transferido para a Tropa do Ramo Escoteiro que lhe corresponde, em uma adequada cerimônia de passagem.
Matilha
A Alcatéia é dividida unidades denominadas Matilhas, cada uma com quatro a seis crianças, as quais constituem as equipes de trabalho e de jogos sem atingir, contudo, o grau de estratificação e de desenvolvimento recomendado para o Sistema de Patrulhas, adotado nos Ramos Escoteiro e Sênior.
O Lobo é o animal símbolo de todas
as Matilhas, que se distinguem numa mesma Alcatéia pelas cores próprias dos lobos. Geralmente, as Matilhas são designadas como Matilha Preta, Matilha Cinza, Matilha Branca e Matilha Vermelha; outras alternativas são Matilha Marrom e Matilha Amarela.
As Matilhas não usam bandeirolas. O símbolo representativo da história da Alcatéia é o bastão-totem, encimado por uma cabeça ou corpo inteiro de lobo, usado principalmente nas cerimônias e no Grande Uivo.
Graduados no Ramo Lobinho: Primo e Segundo
A Matilha é liderada por um Lobinho ou Lobinha denominado Primo, auxiliado por outro denominado Segundo.
Os Primos e Segundos são designados pelo Chefe de Seção, mas cada Primo deve ser consultado antes da designação do seu Segundo.
Chefia do Ramo Lobinho
A Alcatéia é dirigida por um Chefe de Seção, auxiliado por um ou mais Assistentes, sendo um deles designado substituto eventual do Chefe. O Chefe de Seção é chamado Akelá pelas crianças, e seus Assistentes são chamados Baloo, Baghera, Kaa, Chill, ou outros nomes constantes do “Livro da Jângal”.
O Chefe de Seção e seus Assistentes são designados e exonerados pela Diretoria do Grupo, ouvido o Chefe de Seção, no que se refere aos seus Assistentes.
Qualquer pessoa com idade superior a dezesseis anos, inclusive membros juvenis do Movimento Escoteiro, pode ser designada Instrutor de Lobinhos, por proposta do Chefe de Seção.O Chefe de Seção é responsável pela direção e orientação da Alcatéia, sob supervisão da Diretoria do Grupo. O Chefe de Seção tem como principais deveres aplicar o programa educativo do Ramo e orientar a formação dos seus Assistentes e de pessoas que estejam atuando na Alcatéia, com vistas a um futuro exercício de chefia de Lobinhos, delegando-Ihes, na medida do possível, suas funções, a organização e a direção das atividades.
O ramo lobinho abrange crianças na faixa etária de 7 a 11 anos. O lobismo estimula o crescimento de cada ser humano como indivíduo que é. Aos velhos lobos cabe conciliar esta individualidade à unidade do grupo social que a Alcatéia representa.
Tanto o menino quanto a menina têm características e necessidades semelhantes nesta faixa de idade. As pequenas diferenças que surgem são de origem cultural ou social.
As características típicas desta idade são:

Grande energia física: temos que desviar essa energia para atividades onde elas sejam gastas tornando mais suave a disciplina da Alcatéia como um todo.
Gosto pela natureza e o ar livre: a medida que a criança aprende a observar uma flor, a cor da asa da borboleta, ouvir o canto dos pássaros, ela se sente pertencente a esse meio. Ela passa então a perceber o quanto cada ser é importante na corrente da terra.
Imaginação: a criança nesta fase é capaz de transformar gravetos em espadas, jornais em tapetes mágicos. Ela se identifica ainda com os super-
heróis. Devemos como velhos lobos extrair o que há de bom nestas figuras, pois é através disto que eles conseguirão mais tarde distinguir o bem do mal e conscientemente escolher o bem como meta.Egocentrismo: por serem tratados pelos adultos como centro das suas atenções as crianças se acham como o centro do mundo. Ao chegarem na Alcatéia eles terão que dividir a atenção dos chefes com os outros lobinhos e isso pode ser um impacto forte para eles.
Medir suas potencialidades: tudo é novo e a cada dia ele se descobre mais forte, mais livre, o desafio passa a ser constante. À medida que a
criança vence os desafios que ela mesma se propõe, vai fortalecendo em si a auto-confiança.Bom humor: é predominante na maior parte do tempo. O lobinho facilmente esquece um machucado ou uma briga se lhe oferecemos carinho e atividade.
Estas características são desenvolvidas através da formação que o lobismo proporciona.
Os jogos, por exemplo, estimulam a sua grande energia física e a possibilidade de medir suas potencialidades.

Através das estórias estimulamos sua imaginação; os acantonamentos e excursões proporcionam o contato com a natureza.
E no dia a dia da Alcatéia, através de suas leis, desenvolvemos o bom humor e o egocentrismo.
Enfim, o propósito do lobismo é contribuir para que o lobinho possa vir a se tornar um jovem responsável pelo seu próprio desenvolvimento, ajudando-o a desenvolver suas potencialidades físicas, intelectuais, sociais, afetivas e espirituais.
O Lema do Ramo Lobinho é “MELHOR POSSÍVEL”.
Pequenos gigantes
Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias, sorrisos e brincadeiras.
Ser criança é comer algodão doce e se lambuzar.
Ser criança é acreditar num mundo cor de rosa, cheio de pipocas.
É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco.
É se tornar gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos.
Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.
É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.
Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.
Ser criança é estar de mãos dadas com a vida na melhor das intenções.
É acreditar no momento presente com tudo o que oferece, é aceitar o novo e desejar o máximo.
Ser criança é chorar sem saber porque.
Ser criança é estar em constante estágio de aprendizado, é querer buscar e descobrir verdades sem a armadura da dúvida.
Ser criança é olhar e não ver o perigo.
Ser criança é ter um riso franco esparramado pelo rosto, mesmo em dia de chuva, é adorar deitar na grama, ver figuras nas nuvens e criar histórias.
Ser criança é colar o nariz na vidraça e espiar o dia lá fora.
É gostar de casquinha de sorvete, de bolo de chocolate, de passar a ponta do dedo no merengue.
Ser criança é acreditar, esperar, confiar.
E é ter coragem de não ter medo.
Ser criança é querer ser feliz.
Ser criança é saber embrulhar desapontamentos e abrir caixinhas de surpresas.
Ser criança é sorrir e fazer sorrir.
Ser criança é ter sempre uma pergunta na ponta da língua e querer muito todas as respostas.
Ser criança é misturar sorvete com televisão, computador com cheiro de flor, passarinho com goma de mascar, lágrimas com sorrisos.
Ser criança é errar e não assumir o erro.
Ser criança é habitar no país da fantasia, viver rodeado de personagens imaginários, gostar de quem olha no olho e fala baixo.
Ser criança é pedir com os olhos.
Ser criança é gostar de sentar na janela e detestar a hora de ir para a cama.
Ser criança é cantar fora do tom e dar risadas se alguém corrige.
Ser criança é ser capaz de perdoar e anestesiar a dor com uma dose de sabedoria genuína e peculiar.
Ser criança é andar confiante por caminhos difíceis e desconhecidos na ânsia de desvendar mistérios.
Ser criança é acreditar que tudo é possível.
Ser criança é gostar da brincadeira, do sonho, do impossível.
Criança é saber nada e poder tudo.
Ser criança é detestar relógios e compromissos.
É ter pouca paciência e muita pressa.
E ser criança é, também, ser o adulto que nunca esqueceu da criança que foi um dia.
O adulto que consegue se reencontrar com a criança que ainda vive no seu íntimo e mais precioso território.
Aquele pedaço que justifica todos os percalços e que dignifica todos os tropeços.
A ingenuidade restaurada no dia-a-dia e que o transforma em herói ao reler as histórias de sua própria vida, narradas pela criança que o abraça, nas entrelinhas de um tempo que permanece imutável porque sagrado.
O tempo do princípio, da origem, da própria essência.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
O Brinquedo Certo
Brincar é umas das melhores formas de estimular o desenvolvimento e o potencial de uma criança. Apresentamos abaixo alguns brinquedos educativos indicados para cada faixa etária, que auxiliam no desenvolvimento da criança.
0 a 5 meses 6 meses a 1 ano
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Vândalos depredam sede dos Escoteiros Boachás
Caio Martins – Nosso Escoteiro Herói,
Álvaro Dias – Ex-Governador do Paraná,
Bel – Vocalista do chiclete com banana,
Dalton Trevisan - Escritor,
Guido Mondin – Ex- ministro e Senador,
Itamar Franco – Ex-presidente e governador de Minas Gerais,
João Batista de Oliveira Figueiredo – Ex-presidente,
Juca Chaves - Humorista,
Juscelino Kubitschek de Oliveira – Presidente,
Kleiton e Kledir – Cantores Gaúchos,
Leda Nagle – comentarisa de TV (foi “guia”),
Maria Bethania – Cantora,
Maria Clara Machado – Escritora (foi “guia”),
Marieta Severo – Atriz,
Mário Covas – Governador de São Paulo,
Peninha – Cantor e Compositor,
Zacarias – Humorista de "Os Trapalhões",
Alfredo Stroessner – Ex-presidente do Paraguai,
Carl XVI Gustav - Rei da Suécia,
Paul McCartney - Beatle, Compositor e Cantor,
Bill Gates - Fundador da Microsoft,
Harrison Ford – Ator (Indiana Jones),
Jim Morrison – Lenda do Rock (THE DOORS),
John F. Kennedy - Presidente Americano,
Neil Armstrong - Astronauta e primeiro homem na lua,
Richard Gere – Ator
Karol Wojtyla, isso mesmo estou falando do Papa João Paulo II que nunca deixou passar uma oportunidade de falar de sua apreciação pelo escotismo, pelos valores expressos em sua promessa e leis universais, assim como pelo seu método educacional.
Dizia: “A juventude é um tesouro. Eu penso em seu método, em seu programa educacional, e também que ser escoteiro significa estar perto da natureza, apreciar sua beleza, compreender sua criação e respeitar a humanidade”.
Pensando assim é que mesmo sem qualquer patrocínio, contando apenas com a ajuda voluntária da chefia do grupo e de alguns poucos amigos que realmente valorizam o trabalho educativo e a formação de caráter ali exercitados em prol das crianças e dos jovem da nossa terra.
O Vandalismo
Mas algumas pessoas não ajudam e não valorizam nada disso. Nesta tarde de sábado (31/10/2009), quando chegamos ao parque de exposições para mais uma reunião com os jovens, encontramos nossa sede depredada por pessoas que não nos roubaram nada (aparentemente), mas que quebraram e estragaram materiais e equipamentos dando com bambu através das janelas que quebraram.
Não dá pra entender porque predar, quebrar, estragar computadores (usados que ganhamos), quadros, piso, janelas, portas (comprados através de catação e venda de material reciclável e renda de barraquinhas)... São poucas coisas que temos (mal dá pra atender nossas necessidades), mas foram adquiridos com muito esforço, mas para os vândalos não há valor algum nisso.
Nós ensinamos a pratica de Boas Ações ao próximo em toda e qualquer ocasião e não é justo que como retorno eu tenha que ficar mudo ao ver a tristeza de um Lobinho de apenas oito anos me perguntar: “Por fizeram isto com nossas coisas, chefe, fizemos alguma coisa errada?”

quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Reflexão da Semana
Todos os dias, ele ia para o colégio com meias vermelhas.
Era um garoto triste, procurava estudar muito,mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa.Os outros garotos zombavam dele, implicavam com as meias vermelhas que ele usava.
Um dia, perguntaram por que o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas.
Ele contou com simplicidade:
- No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia zombar de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que se me perdesse bastaria olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela...Os garotos retrucaram:- Você não está num circo! Porque não tira essas meias vermelhas e joga fora!Mas o menino das meias vermelhas explicou:
- É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora.
Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim, vai me encontrar e em levará com ela.
Carlos Heitor Cony























