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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Álcool: Quem paga é a família

ALCOOLISMO
O que é o alcoolismo?

É difícil estabelecer critérios gerais que diferenciem quem bebe muito de quem é alcoólatra. Não é possível estabelecer um valor numérico como a quantidade de álcool ingerido porque cada pessoa tem um metabolismo diferente, o que é muito para uns é pouco para outros e vice-versa. Atualmente os critérios usados para definir alcoolismo se baseiam no prejuízo social e pessoal sofrido por quem abusa das bebidas alcoólicas ou no surgimento de sinais de abstinência/dependência pela interrupção da bebida. A abstinência é a falta que o organismo sente do álcool depois de um tempo prolongado de uso de doses não pequenas. Quando um indivíduo apresenta sinais de abstinência ele está dependente de álcool, ou seja, quando o álcool é eliminado, o corpo se ressente e esta pessoa passa mal, precisando de novas doses para se "normalizar". Os principais sinais de abstinência são tremores, náuseas, vômitos, tonteiras, mal-estar, fraqueza.. Um dos indicativos de que uma pessoa está dependente é o fato de ter que aumentar a dose da bebida para alcançar os mesmos efeitos que antes.

Como começa?

Não temos meios hoje de saber com certeza quem será um alcoólatra antes dessa pessoa começar a beber, embora já existam resultados concretos que mostram a influência genética, obtidos em estudos de adoção de filhos de alcoólatras por casais não alcoólatras.
O vício no álcool começa lentamente, na fase de dependência psicológica o indivíduo não se considera viciado, acredita que pára quando quiser. Como nessa fase não se deseja largar a bebida, o indivíduo prossegue até que comece a se prejudicar. Antes de se chegar neste ponto muitas advertências foram dadas pelas pessoas próximas, todas sempre desprezadas. Algumas vezes até após internações o paciente não se convence de que é alcoólatra, culpando a mulher, o governo, o patrão, pelos seus excessos de bebida. Enquanto for negada sua condição de dependente do álcool o paciente seguirá bebendo e se prejudicando.

Quem pode se tornar alcoólatra?

Os homens brancos jovens são os mais afetados pelo alcoolismo. O início ocorre em torno dos 20 anos ou no final da adolescência, sendo diagnosticado somente em torno do 30 anos de idade. Após a 5a ou 6a décadas de vida o impulso pela bebida começa a diminuir.

Tratamento

No mundo inteiro o que apresenta os melhores resultados é a Associação dos Alcoólatras Anônimos (AAA), mais do que qualquer forma isolada de psicoterapia ou controle farmacológico. Como não existe remédio que tire a vontade de beber, alguns médicos usam uma medicação que bloqueia a metabolização do álcool, provocando efeitos danosos na pessoa que bebe após tomar essa medicação, o DISSULFIRAM*. É importante não esquecer que um distúrbio psiquiátrico de base pode estar levando o paciente à bebida, como a depressão, a fobia social e outros transtornos, por isso a investigação de outras possíveis causas deve ser feita rotineiramente pelo psiquiatra.



* O DISSULFIRAM é um agente terapêutico coadjuvante no tratamento do alcoolismo crônico, que atua de forma a prevenir que o paciente ingira bebida alcoólica. O antietanol é rapidamente absorvido no trato gastrintestinal e lentamente eliminado, provocando desagradáveis efeitos colaterais quando na presença de álcool.

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